Falar nos riscos de infecção pelo HIV através de sexo oral é complicado devido ao grande número de variáveis envolvidas.
Em primeiro lugar, só dá prá falar em risco zero ou práticas sexuais 100% inócuas frente ao HIV quando não houver penetração, ou seja, nas práticas de sexo seguro, quando não houver pau entrando em algum ‘buraco’ do corpo, como na masturbação mútua e no arrêto (frottage, esfregação, com ou sem roupas).
Mas se podem utilizar as informações existentes para fazer uma avaliação de riscos adequada e adotar medidas para evitá-los ou reduzi-los. No sexo oral existe risco, sim, e não apenas teórico, embora, mesmo assim, seja um risco extremamente, extremamente, baixo. E variável!
Esse debate rola desde o início da epidemia de HIV/aids. Considerando que, em maior ou menor grau, o HIV está presente no sangue, sêmen (esperma, porra), no líquido seminal (pré-ejaculatório) assim como nas secreções vaginais (lubrificação natural da vagina), e que, além disso, várias doenças sexualmente transmissíveis (DST), como gonorréia, sífilis, herpes e outras, são transmitidas através do sexo oral, parece lógico que estas práticas sejam vias de transmissão do vírus da aids.
No entanto, a maioria dos estudos publicados indica que a transmissão do HIV por sexo oral é muito rara e incomum.
De qualquer forma, é difícil quantificar adequadamente o risco de transmissão do HIV através do sexo oral, porque quase nunca é uma prática exclusiva: em geral, as pessoas também praticam penetração vaginal ou anal, nem sempre com a devida proteção. E, pior, nem sempre revelam isso.
O ragazzo da foto abaixo tá fazendo sexo oral... mas tá ‘esquecendo’ do outro parceiro.
Em primeiro lugar, só dá prá falar em risco zero ou práticas sexuais 100% inócuas frente ao HIV quando não houver penetração, ou seja, nas práticas de sexo seguro, quando não houver pau entrando em algum ‘buraco’ do corpo, como na masturbação mútua e no arrêto (frottage, esfregação, com ou sem roupas).
Mas se podem utilizar as informações existentes para fazer uma avaliação de riscos adequada e adotar medidas para evitá-los ou reduzi-los. No sexo oral existe risco, sim, e não apenas teórico, embora, mesmo assim, seja um risco extremamente, extremamente, baixo. E variável!
Esse debate rola desde o início da epidemia de HIV/aids. Considerando que, em maior ou menor grau, o HIV está presente no sangue, sêmen (esperma, porra), no líquido seminal (pré-ejaculatório) assim como nas secreções vaginais (lubrificação natural da vagina), e que, além disso, várias doenças sexualmente transmissíveis (DST), como gonorréia, sífilis, herpes e outras, são transmitidas através do sexo oral, parece lógico que estas práticas sejam vias de transmissão do vírus da aids.
No entanto, a maioria dos estudos publicados indica que a transmissão do HIV por sexo oral é muito rara e incomum.
De qualquer forma, é difícil quantificar adequadamente o risco de transmissão do HIV através do sexo oral, porque quase nunca é uma prática exclusiva: em geral, as pessoas também praticam penetração vaginal ou anal, nem sempre com a devida proteção. E, pior, nem sempre revelam isso.
O ragazzo da foto abaixo tá fazendo sexo oral... mas tá ‘esquecendo’ do outro parceiro.

Se a gente levar em conta que existem pessoas que se sentem culpadas por praticar sexo oral, achando que é perversão ou pecado (é incrível, mas em pleno século XXI ainda tem gente que pensa assim!), é fácil entender que muita gente fique bem grilada, achando que correm sérios riscos de infecção pelo HIV através do sexo oral. Não conseguem fazer uma leitura adequada das informações disponíveis por conta de moralismos e outras subjetividades (nem sempre saudáveis).
Os cuidados preventivos para evitar a infecção pelo HIV e outras DST são necessários sempre que se desconhecer se a pessoa com quem se estiver transando é portadora ou não dessas infecções. Ou seja, se eu e meu parceiro ou parceira já fizemos avaliação médica e laboratorial quanto ao HIV e outras DST e não estamos infectados e, além disso, temos um acordo confiável de que não transamos com outras pessoas sem adotar medidas de prevenção, pode se abrir mão dos cuidados preventivos. Se não há o que evitar, podem ser dispensadas as ‘barreiras de proteção’. Se houver alguma dúvida, no entanto, elas são necessárias. É uma questão de avaliação pessoal e vale para qualquer prática sexual. Inclusive sexo oral.
A gente sabe que o sexo oral é uma prática comum (e muito prazerosa) entre parceiros homo ou heterossexuais e que, na imensa maioria das vezes, não são usadas ‘barreiras de proteção’, como a camisinha, o dental dam (que é um quadrado de látex) ou mesmo o filme plástico (daqueles de embrulhar sanduíche, como na foto abaixo). Por isso a importância de se abordar esta questão com o máximo de detalhes.

Vamos abordar este assunto por partes, então.
Como acontece com quase tudo na vida, a avaliação de risco depende de vários fatores.
Prá início de conversa é preciso avaliar quem está fazendo o quê. Mesmo que você seja bem versátil (o que é uma qualidade) é bom saber que cada prática sexual apresenta riscos diversos. Avalie.
A regra geral e básica é: afora circunstâncias especiais, da boca de uma pessoa não sai HIV, a não ser pelas fantasias que o preconceito provoca. Apesar das reticências no início da epidemia no século passado (e de alguns desinformados do século atual), ninguém pega o HIV pelo beijo ou pela bomba do chimarrão.
Então, uma boca que chupa um pau ou uma boceta pode passar outras DST pro chupado, mas não passa HIV (a não ser que haja sangramento oral). Ou seja, prá quem está sendo chupado o risco frente ao HIV é, sobretudo, teórico, tanto que os estudos conhecidos não apresentam casos definitivamente confirmados.
Na próxima postagem a gente avança um pouco mais - (só prá não ir com muita sede ao pote ou seja lá aonde a boca estiver indo...).
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