Ora, ora: ‘quando a boca encontra um pau pelo caminho’ o que acontece é muito prazer prá ambos, com certeza. O que não precisa acontecer é risco de pegar HIV!
Por isso, atenção: a relativização dos riscos do sexo oral é diferente quando se trata de boca chupando pau (felação, fellatio), porque neste caso o pau entra na boca e/ou na garganta, diferente da relação boca-boceta. Claro, aqui também se deve avaliar quem faz o quê: quem tá sendo chupado corre menos riscos do que quem tá chupando. Exceto sob circunstancia de sangramento, da boca de uma pessoa não sai HIV, mas é possível a presença de outras DST, como sífilis, herpes e gonorréia, especialmente na orofaringe (garganta). Por outro lado, quem tá chupando o pau corre mais riscos, tanto frente ao HIV quanto às outras DST.
Por isso, atenção: a relativização dos riscos do sexo oral é diferente quando se trata de boca chupando pau (felação, fellatio), porque neste caso o pau entra na boca e/ou na garganta, diferente da relação boca-boceta. Claro, aqui também se deve avaliar quem faz o quê: quem tá sendo chupado corre menos riscos do que quem tá chupando. Exceto sob circunstancia de sangramento, da boca de uma pessoa não sai HIV, mas é possível a presença de outras DST, como sífilis, herpes e gonorréia, especialmente na orofaringe (garganta). Por outro lado, quem tá chupando o pau corre mais riscos, tanto frente ao HIV quanto às outras DST.
De novo, assim como na relação boca-boceta, sobre a relação boca-pau vai rolar um olhar moralizante, especialmente se for praticada entre homens. Em parte por isso, aqui as controvérsias são muito maiores, embora aos poucos se chegue ao consenso de que a prática de sexo oral entre homens é de muito baixo risco, sendo dependente de outras variáveis.
Em 2002 foi publicado um estudo realizado em San Francisco, Califórnia (EUA). Dentre mais de 10.000 homens homossexuais que procuraram testes anti-HIV (entre Dezembro de 1999 e 2001) foram recrutados 239 que informaram ter praticado apenas sexo oral nos últimos seis meses. Em média, tinham tido três diferentes parceiros nesse período e a maioria (98%) não tinha usado camisinha no sexo oral. Um terço tinha deixado gozarem na boca e destes a maioria (70%) tinha engolido a porra. Após a testagem destes 239 homens, nenhuma das sorologias resultou positiva para HIV, confirmando que a infecção pelo sexo oral é rara.
Este estudo contradisse trabalho anterior, também realizado em San Francisco, em que foi sugerido que 7,8% das infecções pelo HIV entre gays eram decorrentes de sexo oral (a saber, 8 casos entre 102 homens!).
Posteriormente, em 2006, foi publicada no periódico inglês Oral Diseases uma extensa revisão da literatura científica, realizada por Campo et al, sobre sexo oral e os riscos frente à infecção pelo HIV. Segundo os autores, ficou evidente que o risco de transmissão do HIV por sexo oral é muito pequeno, além de substancialmente menor do que no sexo vaginal ou anal desprotegidos.
A mucosa oral saudável e íntegra é uma ótima barreira contra infecções por microrganismos causadores de doenças, inclusive vírus. Imunoglobulinas e outras proteínas presentes na saliva são excelentes (embora não absolutos) fatores de proteção do nosso organismo. Afinal de contas, basta pensar que a boca é o maior ‘buraco’ do nosso organismo em contato com um meio externo que pode ser adverso e, portanto, tem naturalmente mecanismos protetores. No entanto, rupturas na mucosa oral, causadas por doenças ou traumas, como lesões, aftas, úlceras ou gengivites (sangramento gengival) podem facilitar tanto a presença de sangue (eventualmente contaminado) na cavidade oral quanto a penetração de microrganismos e vírus no organismo.
É importante dispor de tais informações para poder avaliar riscos e fazer as escolhas mais adequadas. Conforme o relato de muitos homens, tanto hetero quanto homossexuais, o sexo oral é uma das alternativas preferidas nas relações casuais. Entre gays, está presente nos relatos de relações em parques, banheiros e outros locais públicos, especialmente por ser ‘jogo rápido’ e sem muito papo (até porque é feio falar de boca cheia...).
Em 2002 foi publicado um estudo realizado em San Francisco, Califórnia (EUA). Dentre mais de 10.000 homens homossexuais que procuraram testes anti-HIV (entre Dezembro de 1999 e 2001) foram recrutados 239 que informaram ter praticado apenas sexo oral nos últimos seis meses. Em média, tinham tido três diferentes parceiros nesse período e a maioria (98%) não tinha usado camisinha no sexo oral. Um terço tinha deixado gozarem na boca e destes a maioria (70%) tinha engolido a porra. Após a testagem destes 239 homens, nenhuma das sorologias resultou positiva para HIV, confirmando que a infecção pelo sexo oral é rara.
Este estudo contradisse trabalho anterior, também realizado em San Francisco, em que foi sugerido que 7,8% das infecções pelo HIV entre gays eram decorrentes de sexo oral (a saber, 8 casos entre 102 homens!).
Posteriormente, em 2006, foi publicada no periódico inglês Oral Diseases uma extensa revisão da literatura científica, realizada por Campo et al, sobre sexo oral e os riscos frente à infecção pelo HIV. Segundo os autores, ficou evidente que o risco de transmissão do HIV por sexo oral é muito pequeno, além de substancialmente menor do que no sexo vaginal ou anal desprotegidos.
A mucosa oral saudável e íntegra é uma ótima barreira contra infecções por microrganismos causadores de doenças, inclusive vírus. Imunoglobulinas e outras proteínas presentes na saliva são excelentes (embora não absolutos) fatores de proteção do nosso organismo. Afinal de contas, basta pensar que a boca é o maior ‘buraco’ do nosso organismo em contato com um meio externo que pode ser adverso e, portanto, tem naturalmente mecanismos protetores. No entanto, rupturas na mucosa oral, causadas por doenças ou traumas, como lesões, aftas, úlceras ou gengivites (sangramento gengival) podem facilitar tanto a presença de sangue (eventualmente contaminado) na cavidade oral quanto a penetração de microrganismos e vírus no organismo.
É importante dispor de tais informações para poder avaliar riscos e fazer as escolhas mais adequadas. Conforme o relato de muitos homens, tanto hetero quanto homossexuais, o sexo oral é uma das alternativas preferidas nas relações casuais. Entre gays, está presente nos relatos de relações em parques, banheiros e outros locais públicos, especialmente por ser ‘jogo rápido’ e sem muito papo (até porque é feio falar de boca cheia...).

Nestas circunstâncias, que nem sempre ocorrem de forma premeditada, muitas vezes não tem camisinha disponível. Ou, mesmo tendo, as pessoas preferem ou decidem não usar.
Embora a recomendação internacional seja chupar com camisinha (e é prá isso que existem as com sabor, encontráveis em qualquer farmácia ou supermercado), uma alternativa de redução de riscos é pedir pro cara não gozar dentro da boca. Embora o líquido seminal ou pré-ejaculatório possa conter o HIV (se o cara estiver infectado, claro) em geral sua quantidade é muito menor do que a quantidade de esperma que é liberada ao gozar. O cara pode gozar no rosto ou no corpo do que está chupando, onde achar melhor.
Embora a recomendação internacional seja chupar com camisinha (e é prá isso que existem as com sabor, encontráveis em qualquer farmácia ou supermercado), uma alternativa de redução de riscos é pedir pro cara não gozar dentro da boca. Embora o líquido seminal ou pré-ejaculatório possa conter o HIV (se o cara estiver infectado, claro) em geral sua quantidade é muito menor do que a quantidade de esperma que é liberada ao gozar. O cara pode gozar no rosto ou no corpo do que está chupando, onde achar melhor.
Se o cara não conseguir segurar ou se os dois decidirem que é prá gozar na boca mesmo, há quem sugira que é melhor não engolir, prá evitar as chances de contato com eventuais lesões no percurso até o estômago.
E se alguém decidir não usar camisinha, quiser que o cara goze na boca, e achar mais interessante engolir a porra, bem... cada um decide os riscos que quer correr. Matematicamente, as chances de infecção são pequenas, mas elas estão presentes e aumentam com o número de exposições.
Os estudos que pretendem quantificar estes riscos estatisticamente representam cálculos estimativos. Mesmo assim, tendo claro que são estimativas, os números variam de 0,01% a 0,04% por exposição, para quem tá chupando um pau sem camisinha (ou seja, as chances matemáticas de contrair o HIV dessa forma variam entre 1 a 4 por 10.000, em cada exposição!). Prá quem tá sendo chupado sem usar camisinha o risco é menor ainda, estimado em 0,005% ou 1 chance por 20.000, por exposição.
A regra é praticar sexo oral com camisinha.
Se não tiver camisinha disponível ou não quiser usar, uma alternativa é chupar sem camisinha e pedir pro cara não gozar na boca (pode gozar no rosto ou em outras partes do corpo do parceiro).
Se o cara não conseguiu ‘segurar’ e gozou na boca, ou se ambos queriam que a gozada fosse na boca mesmo, cuspa e não engula.
De qualquer forma, na falta de preservativos, o sexo oral ainda é menos arriscado do que a penetração anal.
Não caia na armadilha do ‘fodido, fodido e meio’: só por que chupou ou foi chupado sem camisinha não é motivo prá deixar de usar preservativo se, na sequência, rolar ‘dar’ ou ‘comer’.Ou seja, quando o rolo for ‘dar’ ou ‘comer’, não pode ter vacilo: camisinha sempre.
E se alguém decidir não usar camisinha, quiser que o cara goze na boca, e achar mais interessante engolir a porra, bem... cada um decide os riscos que quer correr. Matematicamente, as chances de infecção são pequenas, mas elas estão presentes e aumentam com o número de exposições.
Os estudos que pretendem quantificar estes riscos estatisticamente representam cálculos estimativos. Mesmo assim, tendo claro que são estimativas, os números variam de 0,01% a 0,04% por exposição, para quem tá chupando um pau sem camisinha (ou seja, as chances matemáticas de contrair o HIV dessa forma variam entre 1 a 4 por 10.000, em cada exposição!). Prá quem tá sendo chupado sem usar camisinha o risco é menor ainda, estimado em 0,005% ou 1 chance por 20.000, por exposição.
A regra é praticar sexo oral com camisinha.
Se não tiver camisinha disponível ou não quiser usar, uma alternativa é chupar sem camisinha e pedir pro cara não gozar na boca (pode gozar no rosto ou em outras partes do corpo do parceiro).
Se o cara não conseguiu ‘segurar’ e gozou na boca, ou se ambos queriam que a gozada fosse na boca mesmo, cuspa e não engula.
De qualquer forma, na falta de preservativos, o sexo oral ainda é menos arriscado do que a penetração anal.
Não caia na armadilha do ‘fodido, fodido e meio’: só por que chupou ou foi chupado sem camisinha não é motivo prá deixar de usar preservativo se, na sequência, rolar ‘dar’ ou ‘comer’.Ou seja, quando o rolo for ‘dar’ ou ‘comer’, não pode ter vacilo: camisinha sempre.
Sexo anal é o tema de próximas postagens. Aguarde!
gostei muito bom um pinguelo no cuzinho e na boca
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